A mastopexia com prótese mamária reposiciona a mama e adiciona volume em um mesmo procedimento cirúrgico.
Indicada quando há queda do tecido mamário associada à perda de volume. Realizada pelo Dr. Rafael Martins, membro da SBCP, no Hospital Baía Sul, em Florianópolis.
Reposicionamento da mama e ganho de volume em uma única cirurgia.
A mastopexia com prótese mamária é a cirurgia que reposiciona a mama e adiciona volume em um mesmo procedimento.
A prótese é implantada, na maioria dos casos, no plano submuscular, podendo ser utilizado outro plano conforme a anatomia da paciente. Em seguida é feita a simetrização das mamas, com reposicionamento da aréola e do tecido mamário e remoção do excesso de pele.
O objetivo é reestruturar a forma da mama e reduzir a flacidez, mantendo a proporção com o restante do corpo. O tipo e o volume da prótese são definidos em consulta.
O tipo e o volume da prótese são definidos em consulta, a partir da altura, do peso, da espessura da pele e da anatomia de cada paciente.
Não é bem assim. Para definir o tamanho da prótese é necessário considerar características como a altura e peso da paciente. Volume original da mama, espessura da pele, tendência à flacidez e claro, o gosto pessoal da paciente.
Deve ser considerado principalmente a anatomia do corpo. Pois existe limitação dos ligamentos de fixação do músculo, necessários para sustentação da prótese. Visto que estes ligamentos podem romper quando há exagero no tamanho da prótese.
A escolha do tamanho deve ser definida junto com o cirurgião plástico que irá avaliar e adequar a capacidade do corpo com as expectativas de resultado. Evitando que a cirurgia resulte em aspecto de mamas artificiais.
Como qualquer procedimento cirúrgico, a Mastopexia deixa cicatriz. A colocação da prótese durante a Mastopexia tem a vantagem de permitir uma cicatriz menor na linha horizontal.
A cicatriz tende a se tornar imperceptível após alguns meses, se misturando ao tom natural da pele e ficando bastante discretas na maioria dos casos. O resultado final fica mais visível entre 6 e 12 meses após o procedimento.
A marca e qualidade da cicatriz, espessura e coloração dependem de uma série de fatores como a técnica utilizada pelo cirurgião, o tipo de pele, capacidade natural do corpo se recuperar e cuidados no pós operatório.
A ruptura da prótese de silicone é algo extremamente raro de acontecer, principalmente antes de 10 anos, mas é um receio comum entre as mulheres.
Com o passar dos anos as próteses estão cada vez mais duráveis, resistentes e novas técnicas de colocação estão proporcionando uma maior segurança para os pacientes.
Portanto fique tranquila, pois mesmo que aconteça NÃO É uma situação emergencial e você não sentirá dor, mas a prótese precisa ser trocada. O silicone não irá escorrer, apenas a mama ficará mais amolecida em caso de ruptura.
A Mastopexia com o Dr. Rafael Martins é realizada com anestesia geral, sendo o tempo cirúrgico médio entre 3 a 5 horas, e a paciente permanece internada por um período variável de 12 a 24 horas.
O médico anestesiologista poderá, em algumas situações específicas, recomendar um plano anestésico diferente para a paciente.
É preciso fazer repouso por pelo menos 15 dias após o procedimento.
O uso do sutiã pós-cirúrgico é recomendado por 30 dias ou mais dependendo da necessidade da paciente. Ele oferece sustentação para que não haja distensão da pele e protege as suturas para que não cedam e permaneçam bem firmes até que os músculos se adaptem, promovendo uma cicatrização mais tranquila, reduzindo inchaços, dores e as chances do aparecimento de estrias nos seios.
É fundamental evitar dormir de bruços ou realizar movimentos, como levantar peso ou elevar os braços acima dos ombros. As atividades físicas são liberadas conforme avaliação médica, o que ocorre geralmente em torno de 30 dias de recuperação.
Por determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Regimento Interno da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), fica PROIBIDA a divulgação de preços de qualquer cirurgia plástica em sites na Internet.
“Art. 3º: Cabe ao médico, após os procedimentos de diagnóstico e indicação terapêutica, estabelecer o valor e modo de cobrança de seus honorários, observando o contido no Código de Ética Médica, referente à remuneração profissional.” (Resolução CFM 1836/2008).
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